sexta-feira, 12 de agosto de 2011

neurótica, eu?

É tanta coisa que passa pela nossa cabeça no final de uma gestação... Pode ser a primeira, a terceira, a quinta... o corpo e os hormônios estão aí a todo o vapor.
É o momento de mais uma vez fazer as pazes com o tempo e ESPERAR. Não se tem muito mais o que fazer, a não ser administrar ansiedades de todos os níveis e tipos.

Sim, toda grávida tem a sua ansiedade digamos, “natural”, e ainda precisa lidar com a vizinha colocando a cabeça na janela da sua casa todos os dias pra ver se já nasceu, ou a outra que corre pra sua casa quando escuta um bebê chorando em algum lugar por aí.
Tem ainda as moças que trabalham em casa que quase já querem colocar água na banheira para o primeiro banho da Gaia. É a ansiedade tá pegando pra todo mundo.

Ando sentindo muitas dores. De todos os tipos. Isso, juntando com os hormônios, não fico a pessoa mais legal e simpática do mundo. Tenho evitado ir a lugares públicos e sociáveis como salão de beleza, shoppings e principalmente lugares que tenham espelhos, de qualquer natureza.
Definitivamente minha vontade é de me matricular JÁ na academia, marcar um BOM e CARO salão de beleza – tipo Celso Kamura ou Marco Antônio de Biagi – pra dar um up no visual, fazer uma escova inteligente, ir ao podólogo e me dar um banho de loja onde só me caberiam roupas P e M!
Mas sei e lembro bem que tenho um caminho aí pela frente antes de tudo isso ser possível de acontecer.

Em breve, muito em breve, estarei vivendo o slogan Casas Bahia – Dedicação Total a Você. No meu caso, a Vocês – Theo, Levi e Gaia. Que tudo bem também. Que aprendi a amar e mais uma vez a respeitar os momentos, as fases da vida. Porque sei que elas passam. E como passam! E sentimos saudades. Muitas.

Enquanto isso... enquanto ainda sou dona do meu destino – ao menos quando eles estão na escola – encontro amigas queridas, passo tardes agradáveis com elas, tento escrever textos e faço passarinhos de feltro. Se eu não enjoar deles e se ficarem apresentáveis, vou dar de lembrancinha pra quem vier conhecer a pequena. Passarinhos para trazer leveza para nossas vidas, para nossas casas.

O trabalho fora de casa – o remunerado – só em outubro. Com roteiros feitos on line e direções em São Paulo – tudo isso, enquanto meus filhos dormem ou estão na escola.


Dizem que o pai só se dá conta de que terá um filho quando ele nasce. Aí pode ser tarde demais para fugir, ou não...
Bom fato é, que negocio há meses com o meu marido que ele faça apenas 3 coisas: pendurar uma cortina, pregar uma prateleira e montar o berço. Isso até virou assunto na minha última consulta ao ginecologista – que nesse final de gravidez acaba sendo um terapeuta de casal.
Eu querendo colocar pressão, pedi para meu médico falar para ele fazer essas coisas pra mim. Adiantou? Não. Agora é assim, além de não pendurar, ele pede para guardar as coisas que ando tirando do armário, tipo banheira, carrinho que a babá limpou – volta para o armário. E ele diz, “mas ainda falta 10 dias”... e parece que escuto: “mas ainda falta duas horas pra ela nascer”...

Porque é TÃO difícil entender a importância dessas coisas supérflulas para uma mulher grávida? Já não basta doar todo o seu corpo, alimento, energia, para um outro ser humano chegar, ainda seus pequenos desejos não são realizados? Olha meu médico mesmo disse que sou uma paciente muito boazinha. E não me considero a mais neurótica das mulheres... mas me pego chorando no banheiro as vezes.

Pior que isso é uma amiga que o marido só desocupou o quarto que era o escritório dele porque as amigas foram lá e na pressão fizeram toda a mudança.

um texto pra lá de bacana da minha amiga querida Jéssica.

Como prefiro ver as coisas pelo lado engraçado (depois de dar uma choradinha básica no banho pq ninguém é de ferro), pensei em como seria interessante um programa de TV no estilo Supermarket (lembram, aquele tosco apresentado pelo Ricardo Corte Leal?) chamado GINCANA SUPER MOMMY.
A gincana teria várias provas e a mãe que ganhasse o maior numero de provas seria condecorada com o título de SUPER MOMMY e levaria para casa uma banheirinha Burigotto e um dia de princesa com o cabeleireiro da revista Nova, Marco Antonio de Biaggi

As provas seriam as seguintes:

PROVA DA MAMÃE ECOLOGICA – Todas nós sabemos que uma inocente fraldinha descartável leva algo em torno de mil anos para sumir, mas o que fazer quando seu recém nascido teima em fazer cocôs em jato em intervalos de 2 em dois minutos, exatamente o tempo que você leva para limpar o bumbum com algodão, passar hipoglós, colocar uma fralda limpa e fechar o primeiro velcro??? Ganha a mãe que tiver o melhor timming e afinação com seu filho e conseguir sujar apenas 1 fralda por troca.

PROVA YELLOW SUBMARINE (ou submarino amarelo) – Ainda no quesito "meu recém nascido e suas funções intestinais", essa prova consiste em saber a hora certa de colocar o bebê na banheira, sem que ele faça cocô na água. A mãe que conseguir esta proeza ganha um bônus extra de 50 pontos e já ganhou a prova. Enquanto isso, os outros bebês continuam na competição e a mãe que conseguir trocar a água da banheira em menos tempo ganha 20 pontos. O quesito choro também entra na contagem de pontos. Nenhum bebê gosta de sair do banho, ainda mais quando acabou de entrar nele, não é? O bebê que chorar menos ganha mais 5 pontos.

PROVA SANGUE DE BARATA – Essa prova pode parecer fácil pois não exige nenhuma habilidade técnica mas é uma das mais difíceis da gincana e vale muitos pontos. Consiste em domar a explosão de hormônios pós parto e seguir adiante com os absurdos do dia a dia. O bebê deu o primeiro sorriso para a babá e não para vc? O cachorro sujou seu tapete novo de lama? O aquecedor central quebrou? Seu marido insiste que você o acompanhe no casamento do filho do cliente? A sogrinha está chegando? Ganha quem tiver o menor número de xiliques nos 3 primeiros meses do bebê.


PROVA GUANTANAMO SMILE – Uma das torturas mais usadas nas prisões do mundo todo é a privação do sono. Mas ser mãe é padecer no paraíso! Nesta prova estão em jogo os quesitos aparência, humor e raciocínio lógico. As sogras das participantes farão uma visita surpresa aos netinhos e aproveitarão para avaliar a aparência das noras, a maneira como foram recebidas em suas casas (a casa estava arrumada? foi servido algo para comerem e beberem? Estava bom?) além de finalizarem com um questionário formulado pela produção do programa Soletrando do Luciano Huck.

PROVA DO CIRCO DA CHINA – Não importa o horário... O bebê tem que mamar, arrotar, ser trocado, mamar o outro peito, ser trocado novamente e arrotar mais uma vez antes de voltar ao berço. E esse último arroto, às 4:30 da manhã sempre demora horas para acontecer. Na prova do circo da China, as mães precisam possuir um forte senso de equilíbrio e, em pé, sem dormir, fazer o bebê arrotar enquanto canta e faz movimentos pendulares. A mãe que não cair ganha 5 pontos. Quem não cochilar em pé ganha 10.

PROVA DO CASCÃO. Esse clássico das histórias infantis não podia faltar à Gincana Super Mommy! Essa prova é sobre higiene pessoal, mas não inclui excentricidades como manicure, pedicure, depilação e chapinha. É sobre banhos e escovação de dentes que estamos falando! A mãe que conseguir tomar banho antes do meio dia ganha 20 pontos. A mãe que tomar 2 banhos no dia ganha 50! A mãe que não tiver bafo ganha mais 15 pontos.

PROVA PAMELA ANDERSON – Agora o desafio não é mais encontrar roupas em que caibam sua barriga, mas sim seus peitos! E que não mostrem quando eles vazam! Ganha a mãe que tiver o melhor modelito no jantar anual da firma.

PROVA E.T. PHONE HOME – O telefone toca. O celular toca. O interfone toca. A campainha toca. 1, 2, mil vezes, o dia todo! Nesta prova, monitoraremos os batimentos cardíacos da mãe que deve ignorar solenemente cada um desses estímulos irritantes e continuar no curso da amamentação sem sobressaltos.

E por fim...

PROVA MAMÃE VIROU BRUXA – A mãe que traumatizar menos o filho mais velho ganha um prêmio especial, uma semana no Beach Park Fortaleza com o primogênito.

Agora preciso subir para amamentar de novo! E trocar! E colocar para arrotar!

BEIJOS A TODAS
Saudades
Jéssica

sexta-feira, 24 de junho de 2011

muito prazer!

Então... quando se vê já se passaram sete anos do meu primeiro amor de verdade, dois anos do meu anjo e mais de 7 meses esperando a Gaia. Quando se vê já tá quase na hora dela chegar, já se passaram vários feriados, vários dias de sol e muitas oportunidades de ser feliz. Eu não dispenso ou deixo passar dias em que posso estar com os meus meninos – do meu jeito, eu sei, afinal todo mundo tem o seu jeito – dias em que posso trabalhar, porque sei o quanto é necessário ter dinheiro no banco pra pagar contas, tomar café na padaria, jantar numa pizzaria, comer na chácara Santa Cecília, e comprar alguma coisa.

Sim, eu faço um monte de coisas. Além de ficar com os meninos e trabalhar, sempre invento alguma coisa pra fazer. Um vídeo de fotos para deixar alguém feliz, um trabalho manual para o escola do Levi ou simplesmente para desocupar a cabeça. Um bazar com as amigas, um texto como esse para escrever, um lugar novo para trabalhar, uma revista que me aceite como colunista. Eu sou assim. Sou feliz assim. Eu gosto de ser assim. Um dos 7 pecados que passa longe de mim, é a preguiça.

Tudo bem que tem dias em que não me aguento, que não me acho tão legal assim, que não tenho muita vontade de fazer alguma coisa, que ABOMINO ir numa reunião improdutiva, mas não me dou mais do que um dia e alguns minutos de choro escondida na cama ou no banheiro pra tudo isso passar.

Preciso é prestar atenção no meu limite físico. Porque ele é grande, e as vezes voo, voo, voo e voo alto! E esqueço de que posso cair. Mas, fato é que daqui a 2 meses, vou pousar no ninho e ficar lá, alimentando, lambendo e zelando pelas minhas 3 crias.

Hoje, tô aqui na academia com o Theo, depois de um feriado no parque, de trabalhar o resto do dia e mandar todos os roteiros que precisava, de acordar hoje às 06h00 e não conseguir mais dormir pensando no meu bichinho que foi fazer exames de rotina com o pai, e quero ficar com eles, terminar um vídeo surpresa, começar a fazer um anão de tricô para a Gaia e vê-la no ultrassom de 30 semanas às 16h00. E ver um filme e ficar sem fazer nada...sem pensar em nada.

Sou feliz assim, fazer o que?

E pra depois que Gaia chegar, quero entrar na academia, perder os kilos que ganhei para abriga –la, fazer uma escova inteligente e comprar um bota bem bonita que caiba na minha batata da perna, já emagrecida! ☺

Essa sou eu!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Obrigada Doli, ou Dori!

E lá vamos nós.

Reta final para a chegada do quinto elemento dessa família. Uma família meio torta, “moderna”, é verdade. Mas com muito, muito amor e uma vontade imensa de acertar.

Entrei no 7º mês de gestação da Gaia e já me perdi de quantas semanas estou. Vou ao médico na próxima semana e ele me dirá com certeza. Fato é que ela chega lá pro meio ou final de agosto.
E eu continuo aqui, firme, trabalhando, cuidando dos meninos e namorando, esse último, quando o cansaço permite ☹ Vontade não falta!

Parece que o staff aqui de casa vai dar certo. Uma babá e uma empregada. Estamos no período de testes, mas tenho fé de que encontramos. Eu gosto de poder oferecer empregos e uma vida melhor para as pessoas. Sei que para isso, preciso trabalhar mais, mas não me importo. Eu gosto. E com quase 3 crianças, e pais que trabalham fora, ajuda é sempre bem vinda.

Ter filho é saber de verdade o que é o amor. É um amor tão gigantesco, tão grande, tão intenso que vezes transborda no peito. Quem tem filho sabe bem do que estou falando. Mas junto com esse amor vem o medo. Medo de qualquer coisa ruim que possa acontecer com eles. E como ando nessa fase de hormônios a flor da pele, de ver meu corpo se transformar a cada dia, se preparando pra trazer mais um ser para a Terra, andei meio maluca, cheia de fantasmas, vozes e medos. Mas uma boa conversa com uma amiga querida, me fez cair na real e aproveitar esse momento que já é um presente.
E me lembro sempre da conversa do Marlin (pai do Nemo) com a Doli (Dori em inglês, sua amiga):

Marlin - Eu prometi pro Nemo que nada de ruim ia acontecer com ele.
Doli ( ou Dori ) - Coisa estranha de se prometer...

É Doli, você tem razão. Não dá pra prometer uma coisa dessas. Dá sim para fazer desse presente uma ferramenta pra se fortalecer para o futuro e pra tudo de bom e de ruim que um dia possa chegar. E cá estamos nós, à postos para a vida.

Daqui dois dias meu picotuco Levi completa 2 anos. Ganhou um quarto novo junto com o irmão mais velho e às vezes fala que é menino gande! Como é querido esse menino, Deus do céu. Na escola, em casa e entre os nossos amigos. Ele é realmente um ser muito especial. Bravo, teimoso, carinhoso, fofo. Na escola é o queridinho dos amigos da classe e dois mais velhos. Sabe o nome de todo mundo, chega falando oi seguido do nome para todos. E amanhã, tem bolo, brigadeiro, pipoca e cachorro quente aqui em casa. Nada demais, mas tudo o que uma criança de dois anos precisa: AMOR e ALEGRIA!

Depois da festinha do Levi, é hora de pensar no chá de bebê da Gaia!!!

E a vida segue seu rumo...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

notas de agradecimento!

1)
E eu como sempre depois que meus filhos comem.
Durmo depois que eles dormem.
Tomo banho depois que todos estão limpinhos e cheirosos.
Outro dia, me peguei olhando no espelho do elevador do shopping com os dois super modernos e eu com a BLUSA RASGADA.
Os cabelos brancos aparecendo de forma que nunca o fizeram.
Os quilos a mais me deixando praticamente com duas trocas de roupas para reuniões mais arrumadas. (me recuso a gastar com roupas de gestantes)
As unhas, as pernas, a depilação precisando de um cuidado especial.
E mesmo assim, o meu coração anda transbordando de gratidão.

2)
E eu preciso ser mais organizada, sabe assim? Cada hora coloco a chave num lugar, o documento no outro, o dinheiro, os recibos, as notas fiscais... Muitas vezes me entendo no meu caos, mas muitas vezes ele me deixa louca.
Preciso que os remédios estejam no mesmo lugar, as roupas.
Quando saio com os dois sozinha, quase fico maluca... imagina com TRÊS. Ou eu me organizo, ou to ferrada. Sério!

3)
Meu amor, é um guerreiro. Desses que não se encontra em qualquer esquina.
Como é bom compartilhar a vida com ele. Saber e respeitar as suas fraquezas assim como ele faz comigo. Acho que nunca tive um companheiro. É a primeira vez, e ando agradecida demais por esse momento de vida. Temos problemas? Sim. Mas são poucos e mais “conceituais” do que reais. Obrigada. Mil vezes obrigada por me esperar! Por ser! E por estar!

4)
Ando rezando e pedindo pela saúde dos meus filhos e de todas as crianças. E agradecendo, muito. Por tudo! É bom viver assim, agradecida.

terça-feira, 24 de maio de 2011

É ... Tempo!

E a vida anda corrida demais. Theo com 7 anos, Levi com quase 2 e Gaia com quase 6 meses dentro da barriga. Tenho trabalhado muito. Muito mesmo. Mas eu gosto. Só preciso entender e respeitar os meus limites físicos. Coisa que tenho tentado aprender, juro! Minha sogra está passeando aqui com a gente. Sábado completamos 45 dias de visita, e é o dia em que ela vai embora. Não gosto de despedidas. Prefiro pensar que ela voltará para o Natal. Ela mora na Cidade do México. Acho que nunca recebi por tão longo tempo uma pessoa em minha casa. E mais do que olhar para ela e apontar os defeitos e manias de uma senhora de quase 70 anos, tenho olhado muito para mim. E vejo que o que as vezes me incomoda são coisas que faço e tenho iguais. E ver no Theo, algumas atitudes, me fez ver como ele é parecido comigo. (tipo, se eu fosse criança faria a mesma coisa.) Isso me lembra a repetição das famílias, a herança energética que carregamos. Tento muito não repetir os erros e sentimentos estranhos da minha infância. Mas as vezes é inevitável.

Semana que vem, vou começar a arrumar as coisas da bebê Gaia. Como terceiro filho é diferente. Quer dizer, como os filhos são diferentes. A gravidez de cada um, o momento que estamos passando, vale muito. Como tudo é diferente.
Na gravidez do Theo eu passava tardes inteiras ouvindo musica clássica e com 7 meses seu quarto já estava pronto, decorado, com cortinas, bichos, tudo novinho. Até lençol no berço já o esperava. Eu sonhava o momento de vê-lo. Com o romantismo que se tem ao esperar o primeiro filho. (nem sequer imaginava o que me esperava – a dificuldade de amamentar – a depressão pós parto – os meses e meses de "dedicação total a você")

Do Levi, já foi assim... um turbilhão de acontecimentos. Eu estava no olho do furacão e minha vida de ponta cabeça. Mudei de casa, de vida, de pessoas a minha volta. Como eu já sabia o que me esperava, fiquei um pouco apreensiva no final da gestação. As coisas dele foram herdadas todas do irmão e minhas amigas mais do que generosas me presentearam com enxovais e um lindo chá de bebê. Levi sempre teve muito mais do que precisou, na verdade. E com ele, meu amor duplicou. E as coisas também não foram fáceis. Eu fiquei sem trabalho, Levi passou 1 ano sem dormir, teve intolerância a lactose do meu leite, eu entrei numa dieta pesada sem leite e sem glúten. Tive que parar de amamentar a força por causa de uma cirurgia de emergência que fiz! Se valeu a pena? SUPER! Não faria de outro jeito e esse menino Levi é a luz das nossas vidas!

E agora, vem aí Gaia. Que veio assim, contrariando todas as porcentagens medicas da dificuldade em engravidar com uma trompa só.
Gaia vem se juntar a nós. Num momento de vida mais tranqüilo, com uma família de verdade montada e estruturada. Eu cheia de trabalhos e começando a ser reconhecida no mercado. Com o sonho de trocar de carro e de finalmente comprar a nossa casa nos esperando logo ali.
As coisas materiais, ela vai herdar dos dois irmãos, da minha família linda que só tem meninas lindas, das avós babonas que sonhavam com uma princesa. Gaia já tem jóias, vestidos e sapatos.
Gaia não vai ter um quarto decorado em cor de rosa, com cortinas e afins. Mas terá muito mais do que isso. Todo o amor de uma família inteira que a esperava há tempos!

É o tempo de cada um chegar! E de estar aqui para acolhe-los!