Sim, eu gosto de trabalhar.
Sim, eu amo estar com os meus filhos, mas ser só mãe não me realiza por completo.
Sim, eu os amo mais do que tudo, mas tenho outras missões para desempenhar.
Sim, também preciso trabalhar para pagar o aluguel, a prestação do carro, a escola, fazer festinhas de aniversário, supermercado, e comprar presentes nas datas combinadas.
Sim, meu marido é mais do que um companheiro, faz parte das melhores pessoas que existem por aqui e me ajuda com tudo isso.
Sim, ele também é muito trabalhador, disciplinado, carinhoso.
Sim, ele quer ser uma pessoa melhor e faz por onde.
Sim, ele cuida dos meninos e de mim como muito bem.
Sim, sou eternamente grata por esse pedaço de vida vivida com ele.
Sim, ele é muito corajoso.
Sim, eu aprendo várias coisas com ele.
Sim, eu amo tomar café da manhã na padaria.
Sim, eu tenho um pouco de medo do futuro. Do mundo que meus filhos vão viver.
Sim, eu me sinto completamente feliz quando estamos brincando, os quatro em casa.
Sim, eu ainda tenho um pouco de medo do parto e de tudo que sinto depois dele.
Sim ainda tenho um pouco de medo de recém nascido.
Sim, eu sei que me acostumo.
Sim, essa é a terceira vez que passarei por isso.
Sim, eu sei que tudo vai passar, as coisas boas e as não tão boas.
Sim, eu tenho amigos que valem ouro.
Sim, eu deveria procurá-los mais.
Sim, eu também tento ser uma pessoa melhor a cada dia.
Sim, eu já fui atriz e penso em voltar a atuar um dia. Sim, eu gosto de aparecer.
Sim, eu sou super tímida também.
Sim, eu choro fácil.
Sim, tenho uma solidão que faz parte de mim.
Sim, eu sei bem quem eu sou.
Sim, eu adoro comer e tenho tendência a engordar.
Sim, assim que o terceiro bebê chegar quero voltar ao meu peso de antes de engravidar, 55 kg.
Sim, eu sei que vou conseguir.
Sim, eu tenho muito medo de perder pessoas queridas.
Sim, eu já fui quase famosa.
Sim, não gosto de um mundo fútil.
Sim, eu gosto de comprar roupas e coisas usadas.
Sim, eu gosto de pensar quem foi que usou aquilo.
Sim, compro roupas usadas para meus filhos, são as melhores.
Sim, eu fico muito brava quando sinto fome ou sono.
Sim, eu gostaria de ser mais paciente com as pessoas.
Sim, eu vivo no presente e não penso muito no futuro. Sim eu gostaria de pensar mais nele.
Sim, às vezes é difícil de entender o que as pessoas esperam de mim.
Sim, eu penso que gostaria de fazer mais coisas profissionalmente.
Sim, eu quero escrever para um revista.
Sim, eu acredito que é na infância que se faz um adulto.
Sim, eu sou viciada em tirar o esmalte das unhas.
Sim, eu sinto inveja de quem tem mãos lindas com esmaltes vermelhos.
Sim, eu fico mais na frente do computador do que eu gostaria.
Sim, eu quero ficar menos.
Sim, me sinto incompreendida várias vezes.
Sim, eu acho que estou cumprindo a minha missão.
Sim, já realizei muitos sonhos e tenho alguns ainda pra realizar.
Sim, eu ainda quero comprar uma casa no campo e uma na cidade.
Sim, eu ainda não lido muito bem com o dinheiro.
Sim, eu tenho aprendido a fazer as pazes com ele.
Sim, eu já perdoei todo mundo que precisava.
Sim, eu não gosto quando meus filhos ficam doentes.
Sim, eu estou em paz com a vida.
Sim, eu não sou boa dona de casa.
Sim, eu adoro mandar.
Sim, eu ainda tenho coisas a resolver.
Sim, eu sou feliz!
E agora? Nossa família cresceu. Em agosto de 2011, ganhamos mais um integrante na família. Um bônus de Deus! E veio com o nome de Gaia. Para se juntar ao Theo e ao Levi. Vem com a gente! A diversão é garantida!
domingo, 20 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Valores.
Às vezes me pego pensando que sou mesmo uma sortuda nessa vida. Três, sim, eu disse TRÊS almas me escolheram como mãe. E a cada dia caio na real de que eles vieram para me ensinar mais coisas do que eu a eles. Talvez seja uma troca de aprendizados no qual eu definitivamente não sou a professora. Aprendo tanto com essas alminhas... Tenho a certeza de que vieram para me ajudar a fazer minha caminhada nessa vida doida. Com eles, descubro o que tenho de melhor dentro de mim e me encontro às vezes com a bruxa má que insiste em me habitar nos lugares mas escondidos. E eles me fazem reconhecê-la e fazer as pazes com ela. Com eles descobri o meu limite e a escolher as prioridades na minha vida. Com eles, sinto uma saudade que dói e às vezes um medo do que virá pela frente. Um medo de qual mundo eles irão encontrar quando tiverem a minha idade, perto dos 40.
Não sei se estou fazendo a coisa certa. Sigo muito mais a minha intuição para educá-los do que qualquer livro que existe por aí. Sempre penso que o meu objetivo é fazer o que eu posso para que eles sejam adultos mais felizes e bem resolvidos. De alguma forma vão precisar, nesse novo mundo que os espera.
Ao mesmo tempo, acredito que eles chegam com uma carga energética só deles e com questões a serem resolvidas SÓ por eles, como todos que chegam por aqui. Assim como só eu posso resolver as minhas questões. Acho que o papel de uma mãe e de um pai é amenizar as dores, dar o colo e tentar guiá-los nas escolhas que fizerem.
Eu vejo muitas atitudes minhas nos meus filhos. As boas e as não tão boas assim. Por exemplo, vejo o mais velho dando bronca no mais novo ou falando com a nossa ajudante em casa no mesmo tom que o meu. Na verdade, as vezes num tom que não me agrada muitas vezes, confesso. E assim percebo a nossa influência sob esses pequenos grandes seres. Com eles revejo minhas atitudes e meus valores. Ainda há tempo pra isso.
Penso que educação é fundamental. Educação de valores. O que mais tenho visto por aí são pessoas sem educação e com valores totalmente diferentes dos meus. No mundo de hoje as palavras POR FAVOR e MUITO OBRIGADO estão cada vez mais raras. Fico passada com isso. Aqui em casa as crianças aprenderam essas palavras junto com papai, mamãe, oi e tchau.
Como já disse, acho que tenho alguns valores diferentes de muitas pessoas que vejo. Por exemplo, educação pra mim é não falar mal das pessoas, é ter um consumo consciente das coisas, é dar valor aos pequenos momentos da vida.
Não sei se estou fazendo a coisa certa. Sigo muito mais a minha intuição para educá-los do que qualquer livro que existe por aí. Sempre penso que o meu objetivo é fazer o que eu posso para que eles sejam adultos mais felizes e bem resolvidos. De alguma forma vão precisar, nesse novo mundo que os espera.
Ao mesmo tempo, acredito que eles chegam com uma carga energética só deles e com questões a serem resolvidas SÓ por eles, como todos que chegam por aqui. Assim como só eu posso resolver as minhas questões. Acho que o papel de uma mãe e de um pai é amenizar as dores, dar o colo e tentar guiá-los nas escolhas que fizerem.
Eu vejo muitas atitudes minhas nos meus filhos. As boas e as não tão boas assim. Por exemplo, vejo o mais velho dando bronca no mais novo ou falando com a nossa ajudante em casa no mesmo tom que o meu. Na verdade, as vezes num tom que não me agrada muitas vezes, confesso. E assim percebo a nossa influência sob esses pequenos grandes seres. Com eles revejo minhas atitudes e meus valores. Ainda há tempo pra isso.
Penso que educação é fundamental. Educação de valores. O que mais tenho visto por aí são pessoas sem educação e com valores totalmente diferentes dos meus. No mundo de hoje as palavras POR FAVOR e MUITO OBRIGADO estão cada vez mais raras. Fico passada com isso. Aqui em casa as crianças aprenderam essas palavras junto com papai, mamãe, oi e tchau.
Como já disse, acho que tenho alguns valores diferentes de muitas pessoas que vejo. Por exemplo, educação pra mim é não falar mal das pessoas, é ter um consumo consciente das coisas, é dar valor aos pequenos momentos da vida.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Como dividir um filho
Eu e o pai do Theo nos conhecemos em meados de 1999 e ficamos por 9 anos juntos. Um casamento parecido com muitos que vejo por aí. Com momentos bons, e questões sendo superadas e a superar a cada dia. Mas quando o Theo nasceu, senti que nosso casamento não ia durar por muito tempo. (a boa e velha intuição que faz parte de mim e que já contei por aqui.)
Bom, tivemos a coragem de nos separar quando Theo tinha 4 anos. Sim, porque para dar um basta numa relação é preciso muita, mais muita coragem. E decidimos ir atrás da felicidade em outros caminhos.
Dias, semanas e meses logo após a corajosa decisão, tivemos momentos muito difíceis que foi preciso dois advogados entrarem em cena para discutirem pensão e o tempo que o Theo ficaria com cada um de nós. ( as minhas economias se foram para pagar a advogada.)
Hoje, pensando talvez poderíamos ter resolvido isso amigavelmente, mas foi um momento delicado de adaptação numa vida nova. E como uma separação é sempre dolorosa, foi preciso uma pessoa sem o envolvimento emocional para “colocar ordem na casa.”
Com tudo o que veio depois, que não foi pouca coisa, o que mais interessa no texto de hoje é entender “como dividir meu filho”.
Bem, os acordos foram fechados rapidamente e os advogados não tiveram muito trabalho, porque no fundo queríamos as mesmas coisas, mas a comunicação naquele momento era impossível. Fechado o valor da pensão, foi a hora de decidir os dias em que o Theo passaria com cada um, já que eu não abriria mão de ter meu filho perto de mim. O “contrato” assinado e averbado pelo juiz é bem “louco”, como diria uma amiga minha. No dia do aniversário de tal horário a tal horário com o pai, de tal a tal com mãe. E assim para todos os feriados, incluindo dia das crianças, páscoa, Tiradentes, férias, enfim...
No começo fizemos como o juiz mandou, mas hoje passados quase 3 anos da separação conseguimos conversar amigavelmente sobre as coisas do nosso filho e nos acertamos com relação aos dias em que ele ficaria com um e com o outro. E sempre quebramos um galho quando eu ou ele precisamos viajar a trabalho. Mas oficialmente é assim:
Ele passa 10 dias comigo e 5 com o pai. Então de 15 em 15 dias ele vai para lá na quarta e só volta na segunda. Nesse carnaval por exemplo, o pai pediu e eu deixei ele ficar 8 dias por lá. Nas férias é metade das férias com cada um. Eu como uma boa mãe leonina MORRO de saudades, me seguro para não ligar todos os dias. É uma saudade que só quem é mãe entende. Não adianta contar pra quem não é.
Sempre sofro, sempre penso: Ah se o Theo estivesse aqui... Ah, Theo ia adorar isso...
Quando chega no domingo à noite, choro com saudades. Sinto falta mesmo. Do cheiro, da voz, até das brigas com o irmão mais novo. Uma saudade que dói. E quando ele está, sempre penso que ele vai ficar longe de mim por uns dias e isso me faz cada dia estar mais perto e presente com ele. Estou longe de ser uma mãe perfeita. Às vezes a bruxa que mora em mim, vem visitar a gente. Daí vem a culpa, a conversa e o pedido de desculpas.
Sobre a separação temporária com o meu filho, deve ser a vida me preparando para quando ele for ao encontro dela. Porque assim como eu saí de casa para descobrir o mundo, Theo também terá o seu momento.
Para ele é a vida normal. A vidinha dele é assim que se apresenta. E ele é super bem resolvido com ela. Tem duas casas, dois quartos, brinquedos nas duas casas e muitas pessoas que os amam. E é assim que é!
Não tenho ciúmes da namorada do pai e nem das relações que ele tem lá, porque penso quanto mais gente amar o meu filho nesse mundo, melhor. E tenho certeza de que ali ou lá ele é sim, muito amado.
Tenho amigas que são infelizes no casamento, que ainda falta a tal coragem e já ouvi a frase: “só não me separo porque não suporto a ideia de dividir meu filho com o meu marido e talvez com uma namorada que ele possa ter.”
E eu digo uma coisa: mesmo com tudo o que passei e o que eventualmente ainda passo, eu não teria feito nada diferente, porque um dia a gente vai ter que dividir nosso filho com a vida. E deixar de ser feliz por egoísmo ou superproteção, não é comigo. Olha que sou uma mãe leonina!
Só mais uma coisa para dizer, ex marido com filho é para sempre. Então uma convivência útil faz bem pra todo mundo e principalmente para o filho. Porque o Theo vai se formar, casar e lá estaremos nós, como pais do Theo. E foi por ele que encontrei meu primeiro amor: meu filho. Por isso, sou eternamente grata.
Bom, tivemos a coragem de nos separar quando Theo tinha 4 anos. Sim, porque para dar um basta numa relação é preciso muita, mais muita coragem. E decidimos ir atrás da felicidade em outros caminhos.
Dias, semanas e meses logo após a corajosa decisão, tivemos momentos muito difíceis que foi preciso dois advogados entrarem em cena para discutirem pensão e o tempo que o Theo ficaria com cada um de nós. ( as minhas economias se foram para pagar a advogada.)
Hoje, pensando talvez poderíamos ter resolvido isso amigavelmente, mas foi um momento delicado de adaptação numa vida nova. E como uma separação é sempre dolorosa, foi preciso uma pessoa sem o envolvimento emocional para “colocar ordem na casa.”
Com tudo o que veio depois, que não foi pouca coisa, o que mais interessa no texto de hoje é entender “como dividir meu filho”.
Bem, os acordos foram fechados rapidamente e os advogados não tiveram muito trabalho, porque no fundo queríamos as mesmas coisas, mas a comunicação naquele momento era impossível. Fechado o valor da pensão, foi a hora de decidir os dias em que o Theo passaria com cada um, já que eu não abriria mão de ter meu filho perto de mim. O “contrato” assinado e averbado pelo juiz é bem “louco”, como diria uma amiga minha. No dia do aniversário de tal horário a tal horário com o pai, de tal a tal com mãe. E assim para todos os feriados, incluindo dia das crianças, páscoa, Tiradentes, férias, enfim...
No começo fizemos como o juiz mandou, mas hoje passados quase 3 anos da separação conseguimos conversar amigavelmente sobre as coisas do nosso filho e nos acertamos com relação aos dias em que ele ficaria com um e com o outro. E sempre quebramos um galho quando eu ou ele precisamos viajar a trabalho. Mas oficialmente é assim:
Ele passa 10 dias comigo e 5 com o pai. Então de 15 em 15 dias ele vai para lá na quarta e só volta na segunda. Nesse carnaval por exemplo, o pai pediu e eu deixei ele ficar 8 dias por lá. Nas férias é metade das férias com cada um. Eu como uma boa mãe leonina MORRO de saudades, me seguro para não ligar todos os dias. É uma saudade que só quem é mãe entende. Não adianta contar pra quem não é.
Sempre sofro, sempre penso: Ah se o Theo estivesse aqui... Ah, Theo ia adorar isso...
Quando chega no domingo à noite, choro com saudades. Sinto falta mesmo. Do cheiro, da voz, até das brigas com o irmão mais novo. Uma saudade que dói. E quando ele está, sempre penso que ele vai ficar longe de mim por uns dias e isso me faz cada dia estar mais perto e presente com ele. Estou longe de ser uma mãe perfeita. Às vezes a bruxa que mora em mim, vem visitar a gente. Daí vem a culpa, a conversa e o pedido de desculpas.
Sobre a separação temporária com o meu filho, deve ser a vida me preparando para quando ele for ao encontro dela. Porque assim como eu saí de casa para descobrir o mundo, Theo também terá o seu momento.
Para ele é a vida normal. A vidinha dele é assim que se apresenta. E ele é super bem resolvido com ela. Tem duas casas, dois quartos, brinquedos nas duas casas e muitas pessoas que os amam. E é assim que é!
Não tenho ciúmes da namorada do pai e nem das relações que ele tem lá, porque penso quanto mais gente amar o meu filho nesse mundo, melhor. E tenho certeza de que ali ou lá ele é sim, muito amado.
Tenho amigas que são infelizes no casamento, que ainda falta a tal coragem e já ouvi a frase: “só não me separo porque não suporto a ideia de dividir meu filho com o meu marido e talvez com uma namorada que ele possa ter.”
E eu digo uma coisa: mesmo com tudo o que passei e o que eventualmente ainda passo, eu não teria feito nada diferente, porque um dia a gente vai ter que dividir nosso filho com a vida. E deixar de ser feliz por egoísmo ou superproteção, não é comigo. Olha que sou uma mãe leonina!
Só mais uma coisa para dizer, ex marido com filho é para sempre. Então uma convivência útil faz bem pra todo mundo e principalmente para o filho. Porque o Theo vai se formar, casar e lá estaremos nós, como pais do Theo. E foi por ele que encontrei meu primeiro amor: meu filho. Por isso, sou eternamente grata.
terça-feira, 8 de março de 2011
Dicas práticas para mães:
Esse ano na festa de 7 anos do Theo comprei as coisas mais lindas do mundo na Parangolé Festas. Com cara das festas de antigamente, digo, da nossa época, onde as coisas e os valores faziam mais sentido. Theo me ajudou a arrumar a mesa e gosto dessa coisa simples e de bom gosto, sem personagens assustadores grudados na parede. Minhas queridas amigas e mães Maria e Raquil estão fazendo um lindo trabalho. E elas entregam em todo o Brasil. Vou colocar uma foto da festinha do Theo depois aqui.
www.lojaparangole.com.br
Eu adoro um brechó infantil. E aqui em São Paulo tem alguns bens legais. As melhores roupas que o Theo teve e que depois foram para o Levi e que vai ser desse terceirinho foram garimpadas em brechó infantil. E roupa boa dura pra caramba. Mas tem que ter paciência e disponibilidade para procurar. Mas falar isso para mães é redundância já que temos que ter isso sempre. ☺ Se comparar o custo x benefício entre comprar roupas boas ou em lojas populares, eu acho que é muito melhor comprar em brechós. Elas duram mais e na minha opinião são bem mais bonitas e modernas. E sou super a favor de consumir menos nesse planeta. Vamos reciclar e usar roupas que já foram usadas? Assim a gente ajuda esse planeta a ficar melhor para os nossos pequenos. Alguns brechós bacanas:
Bolota; Carambola em Pinheiros e Era uma vez outra vez em Perdizes.
www.lojaparangole.com.br
Eu adoro um brechó infantil. E aqui em São Paulo tem alguns bens legais. As melhores roupas que o Theo teve e que depois foram para o Levi e que vai ser desse terceirinho foram garimpadas em brechó infantil. E roupa boa dura pra caramba. Mas tem que ter paciência e disponibilidade para procurar. Mas falar isso para mães é redundância já que temos que ter isso sempre. ☺ Se comparar o custo x benefício entre comprar roupas boas ou em lojas populares, eu acho que é muito melhor comprar em brechós. Elas duram mais e na minha opinião são bem mais bonitas e modernas. E sou super a favor de consumir menos nesse planeta. Vamos reciclar e usar roupas que já foram usadas? Assim a gente ajuda esse planeta a ficar melhor para os nossos pequenos. Alguns brechós bacanas:
Bolota; Carambola em Pinheiros e Era uma vez outra vez em Perdizes.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Apenas um desabafo
É impressionante como alguém tem sempre algo pra dizer sobre a sua pessoa. Sempre alguma coisa não muito boa está sendo guardada só esperando uma oportunidade de sair em alto e bom som. É só ter um pouco de intimidade, que pimba, lá vem ela.
E muitas vezes não são coisas agradáveis de se ouvir. Difícil quando alguém te faz um elogio assim cara a cara, de graça. Podem até falar bem de você, mas falam para os outros e não para você. Será isso falta de educação ou falta de auto-conhecimento? Sobre as coisas não tão agradáveis de se ouvir tenho duas opiniões:
1) Ou são coisas que você já sabe e que tenta lidar com elas todos os dias, e o que menos você precisa é alguém para te lembrar.
2) Ou nem são verdades e a pessoa está falando coisas que são dela ou totalmente equivocadas.
Eu percebo esse tipo de pessoa e como geralmente não tem conversa, sim porque elas não sabem ouvir, só sabem falar, eu as tiro da minha vida. Do meu convívio e da minha família. Porque ninguém merece!
E muitas vezes não são coisas agradáveis de se ouvir. Difícil quando alguém te faz um elogio assim cara a cara, de graça. Podem até falar bem de você, mas falam para os outros e não para você. Será isso falta de educação ou falta de auto-conhecimento? Sobre as coisas não tão agradáveis de se ouvir tenho duas opiniões:
1) Ou são coisas que você já sabe e que tenta lidar com elas todos os dias, e o que menos você precisa é alguém para te lembrar.
2) Ou nem são verdades e a pessoa está falando coisas que são dela ou totalmente equivocadas.
Eu percebo esse tipo de pessoa e como geralmente não tem conversa, sim porque elas não sabem ouvir, só sabem falar, eu as tiro da minha vida. Do meu convívio e da minha família. Porque ninguém merece!
Obrigada aos céus!
Está tudo bem. O descolamento colou, o BB cresce feliz e saudável com 14 semanas e meia. E menino ou menina, não importa, assim como ele me escolheu já escolheu de que forma quer chegar.
E quem sou eu para querer outra coisa! Devo fazer o exame para saber o sexo no mês que vem. Enquanto isso, é pensar na melhor organização da casa para a chegada de mais uma pessoa, e curtir bem os três homens da minha vida, enquanto não tenho um bebê que demande todo o meu tempo!
E quem sou eu para querer outra coisa! Devo fazer o exame para saber o sexo no mês que vem. Enquanto isso, é pensar na melhor organização da casa para a chegada de mais uma pessoa, e curtir bem os três homens da minha vida, enquanto não tenho um bebê que demande todo o meu tempo!
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