Então... quando se vê já se passaram sete anos do meu primeiro amor de verdade, dois anos do meu anjo e mais de 7 meses esperando a Gaia. Quando se vê já tá quase na hora dela chegar, já se passaram vários feriados, vários dias de sol e muitas oportunidades de ser feliz. Eu não dispenso ou deixo passar dias em que posso estar com os meus meninos – do meu jeito, eu sei, afinal todo mundo tem o seu jeito – dias em que posso trabalhar, porque sei o quanto é necessário ter dinheiro no banco pra pagar contas, tomar café na padaria, jantar numa pizzaria, comer na chácara Santa Cecília, e comprar alguma coisa.
Sim, eu faço um monte de coisas. Além de ficar com os meninos e trabalhar, sempre invento alguma coisa pra fazer. Um vídeo de fotos para deixar alguém feliz, um trabalho manual para o escola do Levi ou simplesmente para desocupar a cabeça. Um bazar com as amigas, um texto como esse para escrever, um lugar novo para trabalhar, uma revista que me aceite como colunista. Eu sou assim. Sou feliz assim. Eu gosto de ser assim. Um dos 7 pecados que passa longe de mim, é a preguiça.
Tudo bem que tem dias em que não me aguento, que não me acho tão legal assim, que não tenho muita vontade de fazer alguma coisa, que ABOMINO ir numa reunião improdutiva, mas não me dou mais do que um dia e alguns minutos de choro escondida na cama ou no banheiro pra tudo isso passar.
Preciso é prestar atenção no meu limite físico. Porque ele é grande, e as vezes voo, voo, voo e voo alto! E esqueço de que posso cair. Mas, fato é que daqui a 2 meses, vou pousar no ninho e ficar lá, alimentando, lambendo e zelando pelas minhas 3 crias.
Hoje, tô aqui na academia com o Theo, depois de um feriado no parque, de trabalhar o resto do dia e mandar todos os roteiros que precisava, de acordar hoje às 06h00 e não conseguir mais dormir pensando no meu bichinho que foi fazer exames de rotina com o pai, e quero ficar com eles, terminar um vídeo surpresa, começar a fazer um anão de tricô para a Gaia e vê-la no ultrassom de 30 semanas às 16h00. E ver um filme e ficar sem fazer nada...sem pensar em nada.
Sou feliz assim, fazer o que?
E pra depois que Gaia chegar, quero entrar na academia, perder os kilos que ganhei para abriga –la, fazer uma escova inteligente e comprar um bota bem bonita que caiba na minha batata da perna, já emagrecida! ☺
Essa sou eu!
E agora? Nossa família cresceu. Em agosto de 2011, ganhamos mais um integrante na família. Um bônus de Deus! E veio com o nome de Gaia. Para se juntar ao Theo e ao Levi. Vem com a gente! A diversão é garantida!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Obrigada Doli, ou Dori!
E lá vamos nós.
Reta final para a chegada do quinto elemento dessa família. Uma família meio torta, “moderna”, é verdade. Mas com muito, muito amor e uma vontade imensa de acertar.
Entrei no 7º mês de gestação da Gaia e já me perdi de quantas semanas estou. Vou ao médico na próxima semana e ele me dirá com certeza. Fato é que ela chega lá pro meio ou final de agosto.
E eu continuo aqui, firme, trabalhando, cuidando dos meninos e namorando, esse último, quando o cansaço permite ☹ Vontade não falta!
Parece que o staff aqui de casa vai dar certo. Uma babá e uma empregada. Estamos no período de testes, mas tenho fé de que encontramos. Eu gosto de poder oferecer empregos e uma vida melhor para as pessoas. Sei que para isso, preciso trabalhar mais, mas não me importo. Eu gosto. E com quase 3 crianças, e pais que trabalham fora, ajuda é sempre bem vinda.
Ter filho é saber de verdade o que é o amor. É um amor tão gigantesco, tão grande, tão intenso que vezes transborda no peito. Quem tem filho sabe bem do que estou falando. Mas junto com esse amor vem o medo. Medo de qualquer coisa ruim que possa acontecer com eles. E como ando nessa fase de hormônios a flor da pele, de ver meu corpo se transformar a cada dia, se preparando pra trazer mais um ser para a Terra, andei meio maluca, cheia de fantasmas, vozes e medos. Mas uma boa conversa com uma amiga querida, me fez cair na real e aproveitar esse momento que já é um presente.
E me lembro sempre da conversa do Marlin (pai do Nemo) com a Doli (Dori em inglês, sua amiga):
Marlin - Eu prometi pro Nemo que nada de ruim ia acontecer com ele.
Doli ( ou Dori ) - Coisa estranha de se prometer...
É Doli, você tem razão. Não dá pra prometer uma coisa dessas. Dá sim para fazer desse presente uma ferramenta pra se fortalecer para o futuro e pra tudo de bom e de ruim que um dia possa chegar. E cá estamos nós, à postos para a vida.
Daqui dois dias meu picotuco Levi completa 2 anos. Ganhou um quarto novo junto com o irmão mais velho e às vezes fala que é menino gande! Como é querido esse menino, Deus do céu. Na escola, em casa e entre os nossos amigos. Ele é realmente um ser muito especial. Bravo, teimoso, carinhoso, fofo. Na escola é o queridinho dos amigos da classe e dois mais velhos. Sabe o nome de todo mundo, chega falando oi seguido do nome para todos. E amanhã, tem bolo, brigadeiro, pipoca e cachorro quente aqui em casa. Nada demais, mas tudo o que uma criança de dois anos precisa: AMOR e ALEGRIA!
Depois da festinha do Levi, é hora de pensar no chá de bebê da Gaia!!!
E a vida segue seu rumo...
Reta final para a chegada do quinto elemento dessa família. Uma família meio torta, “moderna”, é verdade. Mas com muito, muito amor e uma vontade imensa de acertar.
Entrei no 7º mês de gestação da Gaia e já me perdi de quantas semanas estou. Vou ao médico na próxima semana e ele me dirá com certeza. Fato é que ela chega lá pro meio ou final de agosto.
E eu continuo aqui, firme, trabalhando, cuidando dos meninos e namorando, esse último, quando o cansaço permite ☹ Vontade não falta!
Parece que o staff aqui de casa vai dar certo. Uma babá e uma empregada. Estamos no período de testes, mas tenho fé de que encontramos. Eu gosto de poder oferecer empregos e uma vida melhor para as pessoas. Sei que para isso, preciso trabalhar mais, mas não me importo. Eu gosto. E com quase 3 crianças, e pais que trabalham fora, ajuda é sempre bem vinda.
Ter filho é saber de verdade o que é o amor. É um amor tão gigantesco, tão grande, tão intenso que vezes transborda no peito. Quem tem filho sabe bem do que estou falando. Mas junto com esse amor vem o medo. Medo de qualquer coisa ruim que possa acontecer com eles. E como ando nessa fase de hormônios a flor da pele, de ver meu corpo se transformar a cada dia, se preparando pra trazer mais um ser para a Terra, andei meio maluca, cheia de fantasmas, vozes e medos. Mas uma boa conversa com uma amiga querida, me fez cair na real e aproveitar esse momento que já é um presente.
E me lembro sempre da conversa do Marlin (pai do Nemo) com a Doli (Dori em inglês, sua amiga):
Marlin - Eu prometi pro Nemo que nada de ruim ia acontecer com ele.
Doli ( ou Dori ) - Coisa estranha de se prometer...
É Doli, você tem razão. Não dá pra prometer uma coisa dessas. Dá sim para fazer desse presente uma ferramenta pra se fortalecer para o futuro e pra tudo de bom e de ruim que um dia possa chegar. E cá estamos nós, à postos para a vida.
Daqui dois dias meu picotuco Levi completa 2 anos. Ganhou um quarto novo junto com o irmão mais velho e às vezes fala que é menino gande! Como é querido esse menino, Deus do céu. Na escola, em casa e entre os nossos amigos. Ele é realmente um ser muito especial. Bravo, teimoso, carinhoso, fofo. Na escola é o queridinho dos amigos da classe e dois mais velhos. Sabe o nome de todo mundo, chega falando oi seguido do nome para todos. E amanhã, tem bolo, brigadeiro, pipoca e cachorro quente aqui em casa. Nada demais, mas tudo o que uma criança de dois anos precisa: AMOR e ALEGRIA!
Depois da festinha do Levi, é hora de pensar no chá de bebê da Gaia!!!
E a vida segue seu rumo...
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